sexta-feira, fevereiro 03, 2006

Des-construções em experimentos emocionais alternativos

Ouvir aquele timbre, pode ser - por si só - um experimento emocional. Mas o tempo passa e a ferida aberta coça ao fechar-se lentamente. A provável pior metáfora que já fiz. Frases soltas no espaço em branco e preto. A ferida aberta coça. Enquanto fecha por completo flashes de bossa em flertes de fossa. Mordida de mosquito. Mar-atrás-(de)-Ísis. Poesia concretista é chamar de suco o limão no pé. Pé do Moraes estava sujo. Nani gosta de pé-sujo-bar. Meu pé vive sujo, porque eu uso rasteira - não chinelo. Pra quem me deu rasteira e não aceita variações semânticas de um dado vocábulo: "(...) kgas dlodo md sksks..."

Mas ainda não sei uma onomatopéia que reproduza o som de um balanço rangendo. Perdi o meu anel e deixei-me perder. Encontrei alguém com quem praticar oclumência nas noites eternas de um janeiro qualquer - Deve ser a tal sintônia pisciânica, que já tantas vezes reinventamos. (E o medo latente de nunca mais se reinventar...). A minha taróloga disse que...Ah, não interessa o que ela disse.

"Macabéa. - Maca, o quê? Béa..." - Sobrevivi ao sobressalto de existir.

Então, vista-se de azul que hoje eu te quero em festa, com o salto ecoando em música ao contato com o chão. Qual é o preço de um personagem novo? Eu tenho um óculos singular como o meu nome - Alguns dizem ser comum - outros pedem para eu repetir e questionam o número de "y" e de "l´s". Faz de novo? E no voltar ao tempo - "teu timbre de trás pra frente" é quase uma música do Frejat... Reconhece como suas "as cartas que eu não mando?

Alguns acasos são sempre tão iguais...